Monday, October 29, 2007

Declare Independence! Raise Your Flag!




Não é mito. Não é, talvez, inserção de novela. Muito suor. Muita vida vinda daquela famosa calçada de canções, de livros, relatos. São muitas as vontades que uma cidade, chamada de maravilhosa, pode oferecer ao mundo, às pessoas e à 6 paulistas.


Os corpos suados, depilados, ao sol e ao mar. Tudo pareceu mágico. Ao final da tarde no Arpoador ao som de um sax inusitado e um por-do-sol que parecia realmente um filme. Ao som de Tom, Vinicius e João Gilberto o Rio recebeu-nos de braços abertos.


As delícias de o mar como vista-paisagem. Páre tudo. Sim, o Rio de Janeiro continua, deveras, lindo. E o espirito carioca, lindo de viver, lindo de se observar. Ano que vem estarei, malas e cuia.




E nesse cenário, nessa loucura de beleza, Bjork encantou ainda mais meu espírito com um show estonteante, brilhante, encenado. Deixou, àqueles que só a consideram esquisita, de queixo caído. Bjork fez um show mágico, cantou sucesso antigos em nova versão, brincou com o público (com o seu obrigado islandês-britânico) e fez, ao final do show, a tenda ir abaixo. Uma explosão de sons, de sinestesia, de maravilhamento. Aos meus olhos que refletiram toda essa beleza em muitas lágrimas.


No sábado, impressionado com a performance de Juliette e os Licks. Som de garagem, seco, meigo, a banda abriu o Tim para o Killers em uma performance inesquecivel. Divina. Juliette, louca, ateou fogo no Rio de Janeiro. Simpática, divertida e cínica.




Sem mais. Ficou a vontade de ter mais do Rio. No coração a lembrança da cidade maravilhosa.


E quem sabe então, o Rio será...?

Zuca, Caca, Silvinha, Luana e Rafa - Aos 6 paulistas, antes brancos, agora um pouco avermelhados.

1 comment:

Silvia Small said...

Pelo amor de deus!
Se o Rio virar alguma cidade submersa antes do Reveillon, eu morro de desgosto.

Vamos voltar muito pra lá ainda.

I'm Mrs. Brightside