Thursday, September 13, 2007
Sun in the sun
Wednesday, September 12, 2007
Waiting for the Devil and the Moon
Tuesday, September 11, 2007
Go on and fool me
Monday, September 10, 2007
Destin(action)
Thursday, September 06, 2007
Take easy. Take it hardly
Wednesday, September 05, 2007
Broken
Frouxo de rir
Tuesday, September 04, 2007
Os letreiros a te colorir
Monday, September 03, 2007
Num fundo de armário
Thursday, August 30, 2007
New Ideas
Bom, vamos falar de outra coisa.
Coisas que são pertinentes.
O ano está chegando ao final. Chegando ao final também estão as vontades quase explícitas. Querer e não querer.
Bom, vou dar uma dica de leitura.
O Passado - Alan Pauls - Cosac e Naif
O melhor livro que li esse ano.
Vale a pena
Wednesday, August 29, 2007
All...it´s Nothing
Tuesday, August 28, 2007
I wanna say, but i dont know how...Do you?
Monday, August 27, 2007
Friday, August 24, 2007
Nothing Fails
Wednesday, August 22, 2007
Taxi Ride
There is something behind it
Tuesday, August 21, 2007
A Sorta Fairytale
Soudtrack - Tori Amos - Scarlet´s Walk
Monday, August 20, 2007
One drink. One night.
Friday, August 17, 2007
The Sun in my mouth

Aqui uma letra perfeita. Basta ouvir a música, igualmente perfeita, sincera e brutal.
Bjork - Sun In My Mouth
I will wade out
Till my thighs are steeped
In burning flowers
I will take the sun in my mouth
And leap into the ripe air
Alive with closed eyes
To dash against darkness
In the sleeping curves of my body
Shall enter fingers
Of smooth mastery
With chasteness of sea-girls
Will I complete the mystery
Of my flesh
Will I complete the mystery
Of my flesh
My flesh
Thursday, August 16, 2007
I Change my mind
Doralice
Wednesday, August 15, 2007
You knew all along
Sunday, August 12, 2007
Here is no Why
Friday, August 10, 2007
That´s the way...
Thursday, August 09, 2007
Spread your Wing. Fly high...
Que ça
De destinos, de futuros ou de amantes? Quem sabe de tudo isso?
Será mesmo o tempo que me dirá ser eterno tudo isso ou mais uma confusão minha?
Quem sabe?
Tuesday, August 07, 2007
A lot of time
Friday, August 03, 2007
If you fall i will catch, and you find me
Tuesday, July 31, 2007
Vamos falar disso!
Sunday, July 29, 2007
Da Paixão, Parte II
Friday, July 27, 2007
Da Paixão - Parte I
Seria mesmo a racionalidade? O homem é o lobo do homem, disse Hobbes. Já Rousseau alertou-nos para a possibilidade de sermos corrompidos pela sociedade. Para Foucault somos governados pelo discurso e este é, igualmente como a sociedade, dotado de poder.
É, parece-nos que a filosofia enfim não conseguiu desvendar o que de fato nos move. Aqui, nem pretendo tal façanha. É só um texto de afirmação; tentativa de entender a si próprio. E essa questão que se nos apresenta, essa a de entender o que nos move é deveras complexa. De linhas exauridas de tanto esforço, deve-se, a priori, selecionar um item que poderia ser o objeto desse estudo.
À guiza de prefácio, selecionei Amy Winehouse como trilha sonora. E os que entendem de filosofia devem estar se questionando: “o que diabos está fazendo Amy Winehouse e Hobbes em um mesmo texto?”. Nada, exatamente nada.
Vamos lá.
Ao que me parece, talvez simploriamente, o que nos difere dos animais seja algo universal. Poderia ser uma sucessão de sentimentos. Poderia ser a vontade. Luxo, gula, e muitos outros pecados capitais.
Aqui, receio dizer que pode ser a paixão. Sim, a paixão. Ela nos move. Ela nos move em direções, em sentidos, em vontades e em atitudes que, sem ela, estaria inertes, languidamente deitados à sombra. O homem é o lobo do homem, como pontuou o pobre Hesse. E sem a paixão quem é exatamente o homem? Pobre, vazio, efêmero e, como diriam os de língua inglesa, pointless. Penso que aquele movimento dentro de cada um precisa de um start, quase como o fogo precisa do oxigênio, da brasa, ou seja, aquele ponto de partida. Apaixonamos-nos desde o inicio. Pela mãe. A mãe, movida pela paixão/amor pelo filho, se fortalece. Os devotos de Cristo, ao que me parece, são movidos à paixão que sentem pelo “salvador”. O ocidente enfim, nutre sua paixão pelo catolicismo. Os viciados, apaixonados pelo risco, potencializam a representação do mundo. Apaixonados.
Aqui a paixão deve ser entendida de todas as formas que a conhecemos. Ela pode ser desde o papel de carta do ensino fundamental, ao amor juvenil estilo Romeu e Julieta, até as paixões maduras como em Casablanca. Sim, o homem é o lobo do homem.
A paixão enquanto vontade de representação de si mesmo. Não somos Caeiro, infelizmente. Vivemos pela magia do signo romântico. Pelas batidas do coração em desespero. Foram os contos de fada? Não seguimos as purezas de Platão. Caverna e mito. Até mesmo Édipo. Temos a síndrome de Medeia que, pela paixão, assassinou os filhos. É compreensível. Até mesmo as leis partilham da idéia de redução da pena se o crime foi praticado num ato de paixão.
Somos movidos pela paixão. A paixão por Cristo nos fez erguer um império, talvez o mais poderoso que conseguimos. Pela paixão somos capazes de destruir a própria vida para refazê-la em outro. E quando a paixão acaba, acaba a graça. Quem consegue transitar da paixão ao amor? Poucos, bem poucos. Quase ninguém. Não se pode negar que a paixão por um livro faz com que a entrega seja mais prazerosa. Conhecemos a vida pela perspectiva da paixão e quando esta não é presente, o sentido torna-se distúrbio. Sem a paixão, parece que o sangue corre devagar e que as nuvens, sim as nuvens, passam lentas pelo dia. É a vida é mesmo estranha. A vida, quando ela começa, tem o marco inicial na paixão; aquilo que nos faz crescer seja em lágrimas, seja em sorrisos. Perversidade, culpa, gozo, desespero. A paixão é dona da loucura. Qual o sentido em falar de G.H e Goeth, quando podemos no real sentir tudo isso. Lucíola enfim teve seu destino por conta de sua paixão. Corrompemo-nos pela paixão. Senhora de um tempo estranho. Quem nos apaixona? O que faz nos apaixonar? A vontade de si próprio.
O homem é o lobo do Homem. Parte I.
Thursday, July 26, 2007
Good Girl
Tuesday, July 24, 2007
Caçada
Monday, July 23, 2007
Francamente
Se chove lá fora
Friday, July 20, 2007
A seta e o alvo
Thursday, July 19, 2007
É assim...
Wednesday, July 18, 2007
Vamos cantar?
Tuesday, July 17, 2007
Verso Livre
Monday, July 16, 2007
Narcissus
Sunday, July 15, 2007
You only live once
Friday, July 13, 2007
Paparapa
Thursday, July 12, 2007
Process, program your self
The Kiss
Wednesday, July 11, 2007
Pardon
O que é a sensação? Sentir algo?
Sentir que poderia? Sentir alem do que o corpo pede. Mil pensamentos que sobressaem, perpassam a distância entre o corpo e o mundo. Manifestar-se diante do inconsciente, aquele inconsciente que nos faz querer sem saber o porquê. Lá se vai a vontade e quando menos se espera, vêm o murro. O que é a sensação de gostar de outro? A devoção, flagelada, de um sentimento altruísta. Roland Barthes, teórico francês, em seu ensaio Fragmentos do Discurso Amoroso, detalha por meio do campo léxico característico dos escritos amorosos, as relações estabelecidas entre o discurso e o sujeito amoroso. Em específico, Barthes diz que ao nos apaixonarmos por alguém, de fato, estamos nos apaixonando por nós mesmos. Isto é, ao se apaixonar, o sujeito amoroso vê no outro aquilo que quer para si, aquilo que se guarda no íntimo e, logo, a vontade e o crescimento do sentimento vão de encontro ao ego e não ao outro.
Essa proposta nos parece deveras interessante. Mas pouco prática. Serve-nos para os escritos amoroso, às análises crítico-lingüísticas para tratar de assuntos do texto, literários ou não. Na vida prática, sim, a vida prática, bestial, infantil, imatura, desenfreada, enlouquecida pelas vivemos-felizes-para-sempre, nos acostumamos que sem a paixão, estamos vazios. E, claro, que é exatamente essa a sensação que perdura enquanto o coração não pensa em outro. E é estranho essa forma característica de não ser um eu se não houver o outro.
É pertinente, bastante pertinente prestar atenção às sensações. Essas que nos movem à loucura, ao delicioso, ao lascivo encontro da pele, do corpo, da mente e de alguns, poucos, sentimentos nobres. São estágios, essas sensações. Primeiro, vêm a coisa idílica, bonita e altruística. Transforma-se então, em certo estágio, no ódio, na mágoa e no egoísmo de atos e palavras.
E o tal do amor puro? Será que ele existe ou é mais uma criação estranha da ficção?
De nada adianta. Algumas notas de rodapé. No entanto é só para eu tentar entender porque me apaixono, apaixonei e sempre apaixonar-me-ei. Essas sensações.
- Te mando a energia de meu pobre pensamento...eu estou preso naquela cela.
- quando eu era criança, tinha esquecido que crescer...
- não lembro. A última vez que eu te beijei!
- Isso é estranho, porque eu não gosto dessa música...
Tuesday, July 10, 2007
Notes on a scandal
Saturday, July 07, 2007
Dream a little dream of you and me
Thursday, July 05, 2007
Free for tibet, whales and everything else
Wednesday, July 04, 2007
Parte II
Certezas. Ter certeza daquilo que se quer. Do que se pode ter e, por que não, certeza daquilo que podemos suportar. E a cegueira momentânea? Ah, claro que a paixão é senhora dos véus e das vendas escuras.
Será que um dia teremos a certeza daquela velhice tão programada com a Maria?
Vamos nós três, eu, Fabiana e Maria para a varanda fumar e falar sobre a semana e sobre os problema conjugais. Maria diz “ai que ódio”, morrendo de ciúme de alguém. Fabiana olha e dá um conselho e fala sobre uma paciente sua que tinha um grave problema com o marido. Eu, olho e respondo dizendo que “sei lá, não tenho ciúme. O (piiiiiiiiii) e eu não temos isso. Damos risada quando acontece”.
Nos despedimos na porta de casa. Eu entro, sento no sofá da sala. Abro um livro e (piiiiiiiiiii) senta ao meu lado. Eu, cansado, deito e coloco a cabeça na sua perna. (piiiiiiiii) assiste televisão, enquanto durmo, tranqüilo e acolhido.
Certezas? Quase nenhuma. Só o planejamento e a vontade de saber ó quereres.
Tuesday, July 03, 2007
Save the Heart
Só por hoje. Frase do dia.
Daily Soundtrack: Amy Winehouse - Frank
Monday, July 02, 2007
Tearing Herself Away
Sunday, July 01, 2007
Song, Lyrics and a blank page.
Saturday, June 30, 2007
Alarm Call
Friday, June 29, 2007
Take a deep breath...
Thursday, June 28, 2007
Batuque
O batuque dos dentes. Lágrimas à quiza do feliz. Vamos ao café, confeitarias e padarias. Um happy hour. Quero prestar-te atenção. A mesma que dedico aos mitos gregos, apolos e Zeus. Desça raios e germine carinhos; afagos no telefone e assim, amores serão, sempre, amáveis. A mãe disse: "ergua-te corrente fundida, enlace a benção e doe o valor".Não quero luxo. Nem lixo. Quero gozar no final. Meu sonho é ser, simplesmente, imortal.
Me acompanhem. Batuque dos dentes. Sim, risos.
Conflagração. Do it.
Mesmo pouca, mas inscrita.
Verso de palavra. Meandros ou qualquer coisa como conflagrada. Tudo que se possa valer de uma verdade incontestável – verdade do texto.
Quantos mais posso escrever, além da forma-física presa ainda a um cheiro, um gosto, um prazer ainda vivido. Marcas, apertos, enrosco de cabelo (paro). Orgasmos e tramitação. Etimologia, pouco, somente um pouco explicativa.
É uma doação. Órgãos a solta. Na busca do tempo/palavra perdida. Concomitante ao espaço, à cama, não esquecida e a vontade de sentir um pedaço, um centímetro da pele e fragmentos do tempo.
Conflagração.
Urgência do texto.
Inscrever-se nas linhas certas, esparsas e brancas da falha.
Inscrever-se em pedra moldada, dentro de ti, quente, como eterno. Frágil, e você, em mim, combustão, sonolento e acesso.
Curta memória. Vivo.
Criança ainda, brincando de texto.
Tuesday, June 26, 2007
Wait in the Storm. The rain will stop...
Para Maria, Fabi, Mario e Tato (o menino do robozinho).
Monday, June 25, 2007
Seu pai disse. Sua mãe ordenou.
Saturday, June 23, 2007
Título
Friday, June 22, 2007
Vicious
Thursday, June 21, 2007
Hugs
Para Fabi
Tuesday, June 19, 2007
Enjoy
Monday, June 18, 2007
To strong, for to long...
Gosto do cheiro das manhãs que despertam vapores, cafés, fumaças. Manhã de sol, pouco fria, e aquela sensação de caminhar. O rumo dessas manhãs que me caminham para um lugar não muito distante. Àquele lugar que não tem ainda um teto, mas uma cama e um lençol marcado. Acordei em meio essa manhã, ao calor pouco intenso, e com a imensa vontade...
(Ah, não sei...e se eu te perguntasse? era assim mesmo...mas você disse que eu queria apenas ter dormido! sabe lá o que acontece enquanto a janela ainda está aberta...eu apertei aquele botão, sabe onde foi? sim, aquele gozo...é porque eu estou quente ainda de você!)
Essas manhãs. Hoje, gosto das manhãs. Gosto mais do que antes e nunca gostei. A cor mudou. Só daqui pra frente passarei a ver melhor as manhãs. E ainda com você, como se fosse ainda tempo parado. Fatos da memória: as marcas do dentes cravadas nas costas e nos braços; aquele calor e a vontade disparada de sentir o gosto/gozo.
Soundtrack: Depeche Mode - Enjoy the Silence
Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Cant you understand
Oh my little girl
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm
Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm
Enjoy the silence
Wednesday, June 13, 2007
Dedos e cordas. Uma só melodia.
Enfim, vai se indo na semana quente com friozinhos esporádicos e passageiros nas manhãs um pouco, somente um pouco, opacas. Mas ainda, com as borboletas ziguezagueando. Vaivém daquilo lá dentro.
Playing: Marisa Monte - Universo ao meu redor.
Para mais ninguém - Paulinho da viola.
Entre nós deve haver sinceridade
Eu não sei o que é que você tem
Que não me beija nem me procura
Eu tenho medo de perder alguém
De quem espero que aquela jura
Não tenha ido para mais ninguém
O silêncio é uma tortura
Alguma coisa se perdeu
Você já não me olha como antes com ternura
Só falta me dizer adeus
Monday, June 11, 2007
Bang. Bang. Clap, Clap and Clap
Saturday, June 09, 2007
Hopes, fear and a big, big jouney
Monday, June 04, 2007
Where?
- os fatos devem ser encarados?
- negar.
- existir as datas.
- comparar.
- descansar.
Então, no final da semana tenho que encarar alguns fatos. Privar? De que? De quem? Para que? Assim é o movimento. Sete anos se passaram e lá vão mais alguns bons anos.
Chega de tentar dissimular. O que é, é e assim são as coisas da vida.